Back to school

Gente, tem um argentino no meu curso tão gato, mas tão gato, que eu não consigo nem mais me concentrar nos estudos depois que ele veio aqui me cumprimentar com um beijinho. Acabei de inventar que vou fazer um jantar em casa só pra poder convidá-lo pra ir lá.

E eu só estou postando isso aqui pra desabafar e ver se isso sai da minha cabeça.

Desapega

Queridos leitores,

Favor desapegarem dos meus posts sobre idiotas. Eu não dou mais pra idiotas. Eu to casadinha e sou super apaixonada pelo namorado, apesar de todas as dificuldades da vida a dois (mas também ninguém nunca disse que seria fácil).

Dito isso, eu preciso contar uma coisa pra vocês. É tipo uma atualização da saga do idiota deste post aqui.



Dark thoughts

Esse post é basicamente para eu me lembrar de como é ruim ficar a toa. É péssimo trabalhar todo dia, e nunca ter tempo pra ler os livros que eu supostamente gostaria de ler, mas pior ainda é ficar sem propósito de vida e perceber que mesmo com todo o tempo do mundo eu ainda nem tirei o Kindle da mala. (Mas já assisti a terceira temporada inteira de Girls que eu ainda não tinha visto. Prioridades.)



In the city that never sleeps

E quando a gente acha que pendurou as chuteiras e amarrou o cavalinho na sombra, a vida surpreende e a lista cresce.

A saga do sabonete

Tudo começou em 2001. Meu primeiro trabalho, meu primeiro ano com dinheiro próprio, e tudo que eu queria era ter as coisas que eram moda entre as meninas da minha cidade. Geralmente eu queria as coisas que eram moda entre as meninas alternativas, mas esse era um desejo da cidade inteira: a Melissa Bubble II.



Do outro lado do mundo


Quando você fala que vai viajar nas férias pra, sei lá, Paris ou Nova Iorque, ninguém te pergunta o porquê. Ok, é possível que a imigração te pergunte quando você desembarcar, mas aí é só formalidade. Ninguém realmente manda um “Sério?! Por quê???” quando você comunica que tá indo pra, sei lá, Amsterdão (adoro os nomes portugueses pros lugares). Mas quando o seu destino é o Japão, prepare-se para dar satisfação para todas as pessoas incrédulas, inclusive para o consulado japonês. Aparentemente eles só recebem pedidos de visto de imigrantes e descendentes japoneses, porque, olha, fui alvo de curiosidade de todos os funcionários do lugar. “Nossa, mas você vai SÓ PRA PASSEAR? Por quê?!” Mas POR QUE NÃO, minha gente?


Celular novo

Até outro dia, eu não ligava muito pra esse negócio de celular. Eu gosto de tecnologia, acompanho os lançamentos e os eventos, conheço vários modelos modernetes, mas nunca quis gastar meu dinheiro com um deles. Houve um tempo em que eu trabalhava a 10 minutos a pé de casa e a rede da firma tinha as pernas abertas pra tudo, inclusive pra torrents. Então eu passava só 20 minutos por dia desconectada. Nunca senti falta de internet no ônibus ou no avião, porque esses eram meus momentos de leitura em livros de papel. E quando você sai com seus amigos, não deve ficar olhando Facebook no celular, assim manda a educação que minha mãe me deu.